Com download

Postado em Cinema com as tags , , em 27 de setembro de 2010 por vitrolavisual

E depois do link sem donwnload, segue o link com download. Mais de 1.500 documentários para download gratuito.

O orgulho de ter vivido os anos 90

Postado em Música com as tags , , em 15 de setembro de 2010 por vitrolavisual

Conheço poucas pessoas que não tenham alguma lembrança dos doces anos 90. Uma década cheia de particularidades, banhada por músicas boas, tanto no Brsil como fora daqui. Dando uma olhada nos meus arquivos musicais, fui tendo uma síncope cada vez que me deparava com uma banda cujo principal hit havia sido lançado na década de 90.

Baseado nisso, faço esse post recheado de lembranças boas, as quais gostaria de ter sempre perto de mim. Um presente para os meus leitores. Dos clássicos aos raros:

Nirvana – Smells Like Teens Spirits

Pearl Jam – Jeremy

Oasis – Wonderwall

Planet Hemp – Queimando Tudo

Chico Science e Nação Zumbi – Manguetown

Bush – Swallowed


Stone Temple Pilots – Plush

Guns’n Roses – Sweet Child o’ Mine

Sem download

Postado em Cinema com as tags , em 8 de setembro de 2010 por vitrolavisual

Pra quem curte ver um documentário, mas não em paciência de baixá-los, tampouco disposição para comprá-los…

Veja de graça em http://freedocumentaries.org/index.php

Namastê, Quentin Tarantino

Postado em Cinema com as tags , , em 21 de julho de 2010 por vitrolavisual

Conheço o trabalho do Tarantino há uma década, aproximadamente. Já assisti todos os filmes, mais que uma vez e, garanto que não gosto de todos os trabalhos, mas não há nenhuma forma de negar o fato de que Q.T. marcou uma geração. A nossa geração.

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o mestre...

Tarantino é um cineasta que caiu na graça da galera. Muita gente se tornou “cinéfila” depois que conheceu Pulp Fiction. Eu posso dizer que Cães de Aluguel abriu um espaço muito grande na minha cabeça acostumada com Cinema em Casa do SBT.

Mas o que o faz ser assim, tão especial? A mistura de referências? Não tem uma única pessoa que goste de histórias em quadrinhos, cultura japonesa, trash dos anos 70, rock e lutas marciais que não goste de pelo menos uma cena de um filme do Tarantino. O assunto chega a ser passado.

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a musa...

Além disso, todo mundo tem uma história para contar que envolva algum filme do Tarantino. Há quem se considere o maior fã de todos os tempos porque viu os dois volumes de Kill Bill há meia hora. Há quem não queira entrar na moda (porque cá entre nós, ele é o mais clichês de todos os cineastas) e diga que não assiste nenhum filme dele, mas sabe diálogos de Pulp Fiction de cabo à rabo.

O diretor entra, na minha opinião, para o rol de coisas que aceitam rótulos: nerds, indies e fãs de Tarantino. Normalmente, eles fazem parte de um único clã. O clã dos que se assumem.

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o nerd...

Portanto, embora pareça que, para curtir Tarantino você tem que ser super descolado… não se engane, a coisa é bem o oposto. Para curtir o trabalho do Tarantino você deve estar dentro do grande público que descobriu a magia do cinema da nossa geração.

Namastê, Quentin Tarantino. A Divinidade dentro de mim compreende e adora a Divinidade dentro de você.

The rise and the fall of a Phoenix

Postado em Cinema, Música com as tags , , em 19 de julho de 2010 por vitrolavisual

Antes mesmo de completar seus 40 anos, a crise da meia idade já se apodera da mente brilhante de Joaquin Phoenix.

Com 35 anos o ator já mostra que Hollywood é o templo dos desajustados. Em toda a minha vida, nunca ouvi uma única pessoa dizendo que ele era mau ator. Nem mesmo uma crítica leve a algum filme no qual ele tenha atuado. Já ouvi uma ou outra crítica a respeito de “Gladiador”, mas nunca referente ao trabalho de Joaquin, e mesmo assim o cara quer surtar.

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Joaquin Phoenix

Sobre Joaquin Phoenix:

É um ator e cantor estadunidense e porto-riquenho. Ele nasceu em Porto Rico onde viveu até os quatro anos de idade. Sua família retornou para os Estados Unidos onde ele foi criado. Ator indicado duas vezes ao Oscar, ganhador de um Globo de Ouro e de um Grammy, em 27 de outubro de 2008, Joaquin anunciou sua aposentadoria do cinema, a fim de se dedicar a sua carreira musical, iniciada em 2005, quando filmou o longa “Johnny & June”.

Aí é que a coisa começa a pegar. O cara fez “Oito Milímetros”, “Gladiador”, “Johnny & June”, “Hotel Ruanda”, “A Vila”, “Os Donos da Noite” e mais uma cambada de filme que nem dá pra citar. E, do nada, vira rapper e larga a carreira de cinema.

Olha o que ele se tornou:

A trilha da minha trilha

Postado em Cinema, Música com as tags em 15 de julho de 2010 por vitrolavisual

[Esse post é bem velho, só reutilizei]

Eu não sei se sou eu e minha mania de querer as coisas para sempre iguais ou o Martin (Scorsese) está realmente me decepcionando. Para quem fez Taxi Driver, assistir The Aviator é frustrante, não porque é ruim, mas porque é parado como um velho no Sol. Claro, que talvez possa ser uma fase, já que The Departed é divino e New York, New York já não é tão bom assim. Mas se tem uma coisa que devemos admirá-lo para sempre é em suas trilhas sonoras. New York New York tem algo de saxofone que não é comum. Ainda mais com o de Niro tocando. E tem um glamour nova-iorquino que dificilmente vemos em outros lugares. Gangues de Nova York tem um cenário de guerra urbana que me leva ao local das barbaries e me faz quere ficar por lá mesmo.

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Trilha sonora tipicamente irlandesa em Gangues de Nova Iorque

Outro diretor que não fica para trás é Quentin Tarantino. Em Reservoir Dogs ele dispensa a trilha sonora para dar mais espaço aos diálogos e para não desprender o público do alvo principal, o sangue. Já em Pulp Fiction, ele abusa desse recurso, talvez por ter menos sangue, mas principalmente para dar o filme um clima de “Pulp” que Uma Thurman já faz por si só. Ver Vincent Vega se drogar ao som de The Centurians é nada menos que magistral. Outra cena do filme que faz você quere colar o dedo do preview é a cena da dança de Mia Wallace com Vincent Vega. Chuck Berry foi imortalizado com a música que eles dançam e com certeza John Travolta também. E mais uma vez a trilha sonora se faz parte integrante do filme.

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John Travolta - O "mito" quebra tudo em Pulp Fiction

Em Kill Bill, o diretor também bota suas manguinhas de fora no que diz respeito à trilha. Na minha opinião, não consegue ser melhor que Pulp Fiction mas pelo menos ele tentou. Os filmes de Tarantino se caracterizam pelo enorme número de citações e elementos retirados de filmes, séries de TV, música, quadrinhos, e por aí vai, e neste Kill Bill Vol. 1 o diretor radicaliza a fórmula. Os filmes de Tarantino são aqueles raros exemplos de produções em que a seleção musical tem uma importância fundamental, funcionando tão bem quanto uma trilha incidental original. Segundo o próprio cineasta, quando ele está filmando, o faz já pensando na música que será utilizada acompanhando a imagem. Na verdade, Kill Bill Vol. 1 é o primeiro filme de Tarantino que conta com músicas especialmente compostas para ele.

A salada musical continua com canções pop de épocas variadas – a soturna balada Bang Bang (My Baby Shot Me Down), com Nancy Sinatra no vocal, Woo Hoo do grupo de surf-music japonês The 5.6.7.8′s, e até mesmo a famosa versão “flamenco brega” de Don´t Let Me Misunderstood, por Santa Esmeralda, ouvida no duelo entre “A Noiva” (Uma) e O-ren Ishii (Lucy Liu). No entanto, a “pérola” do álbum é o resgate que Tarantino fez de uma composição esquecida de um dos maiores compositores do cinema de todos os tempos, Bernard Herrmann. Negar que Quentin é, hoje em dia, um dos únicos diretores que ainda se preocupa com a trilha, seria injustiça demais para a Sétima Arte.

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A banda The 5.6.7.8's em Kill Bill

O senhor Alfred Joseph Hitchcock também tem suas manhas cinematográficas quando estamos falando de trilhas sonoras. Psycho ele pioneiriza o uso do suspense com alto teor de medo nas trilhas sonoras que deveriam inclusive serem consideradas atores/atrizes em seus filmes já que acabam promovendo mais medo que os próprios.

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TãTãTãTãTã - virou lenda em Psycho

E é por essas e outras que eu tenho certeza que a trilha sonora ainda vai permanecer intacta enquanto os cineastas entenderem que elas, ainda são, mesmo depois de todas as mudanças pelas quais o cinema passou, parte integrante, principal e fundamental de todos os filmes que almejam um lugar ao sol.

A Dança:

A Luta:

Which would be worse, to live as a monster or to die as a good man?

Postado em Cinema com as tags , , , em 14 de julho de 2010 por vitrolavisual

Esse lance de “trama bem elaborado com roteiro envolvente” é tão clichê que me dá ânsia. Mas é bem assim que se desenrola o filme em questão. “Shutter Island” (2010) é um filme de Martin Scorsese com Leonardo di Caprio, Mark Ruffalo, Michelle Williams e Ben Kingsley.

O filme é um suspense que se passa na década de 50 e é diferente de tudo que Socrsese já filmou. Está longe do perímetro cinematográfico que habitou as telas de cinema comandadas por ele.

O ano é 1954, o detetive é federal e o hospital é psiquiátrico. Depois de um suposto sumiço de uma paciente que está internada no Hospital Psiquiátrico de Shutter Island, local reservado para criminosos perigosos com doenças mentais, uma dupla de detetives (di Caprio e Ruffalo) são chamados para investigar o caso e começam a fazer parte de uma conspiração.

Qualquer coisa que eu revelar depois disso pode ser considerado spoiler. Vou me calar agora.

O filme é indicado para quem gosta de um bom suspense. Dura 2h e te prende na cadeira. Em diversos momentos senti minha mão suar frio, e comprovei depois que o apoio do Belas Artes molhado. Os rostos espantados das pessoas ao final da sessão me deu a sensação de missão cumprida. Finalmente um suspense voltou a me chamar  atenção.

Quotes:

Chuck Aule: Nice music, who is that, Brahms?
Teddy Daniels: No.
Teddy Daniels: It’s Mahler.
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Warden: If I were to sink my teeth into your eye, right now, could you stop me before I blinded you?
Teddy Daniels: Give it a try.
Warden: That’s the spirit.
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Trailer:

Fotos:


Conheça os “LiveAid-s” de hoje!

Postado em Música com as tags , , em 13 de julho de 2010 por vitrolavisual

13 de Julho. Dia Mundial do Rock. Isso não é (ou não deveria ser) novidade para ninguém. A questão é: você sabe o porquê?

Em 13 de julho de 1985 era realizado o festival Live Aid,  organizado por Bob Geldof e Midge Ure com o objetivo de arrecadar fundos para combater a fome na Etiópia. Os shows rolaram no Wembley Stadium, em Londres  e no John F. Kennedy Stadium, na Filadélfia.

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Queen toca no Live Aid

O Queen abriu seu show com “Bohemian Rapsody” em Londres, e cantou os clássicos “We Will Rock You” e “We Are The Champions”. Outro momento intenso foi a entrada de David Bowie e, em outro momento, de U2, que definitivamente se consagrou como uma das bandas mais ativas socialmente no mundo.

Nos dias 2 e 6 de julho de 2005, aconteceu o Live 8, dias antes do encontro com os líderes do G8. Alguns dos grandes nomes do rock e da música pop subiram ao palco na Grã-Bretanha, na Itália, na França, na Alemanha, nos Estados Unidos, no Japão, no Canadá e na Rússia entre eles U2, Paul McCartney, Elton John, Stevie Wonder, Coldplay, Robbie Williams, Keane e mais.

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Pink Floyd se reúne no Live 8

E hoje? O que podemos chamar de shows beneficientes?

Dia 14 de julho o Comite Club promove o encontro #NósPeloNordeste em prol das vítimas atingidas pelas chuvas no Nordeste. Instituto, DJ Zegon, Pupilo, Edgard Scandurra, Fernando Catatu, Otto, Kamau, Emicida, Karina Buhr, Curumin, Pitty, Anelis Assumpção e Junio Barreto se apresentam às 22h, e a entrada custa R$25.

Em outubro acontece o SWU, festival de música que prega a defesa ao meio ambiente. O SWU (Starts With You – Começa com Você) será uma mostra de artes com show de diversos artistas de grande peso como Kings of  Leon, Regina Spektor, Incubus e Pixies.

Além disso, as periferias das maiores cidades do país promovem pequenos festivais que  fomentam as discussões sociais dentro de cada comunidade.

E você, tá fazendo o que pra ajudar a música que gosta?

O Crepúsculo, o Fang Fever, a Lady Gaga e a Arte Pop

Postado em Cinema com as tags , , , , em 12 de julho de 2010 por vitrolavisual

A Saga Crepúsculo chegou com grande facilidade ao topo da cadeia cinematográfica de massa usando única e exclusivamente uma coisa: a facilidade. Ela foi facilmente carregada pelo Fang Fever que, claramente, tem origens na cultura pop, cheia de cor, diálogos e vem carregada de True Blood, The Vampire Diaries e mais…

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Pôster da série True Blood, exibida pela HBO

O problema é: onde é que a arte pop, cultuada como o símbolo cult da década de 90, se tornou um romance vampiresco tosco e sem raízes verossímeis. Ai é que tá. Você pediu por isso!

Não você, que lembra de “The Vampire Chronicles”. Mas você que não tem paciência em ler mais que dois parágrafos, que acredita na “Internet Expressa”, que acha que um site te informa mais que um jornal e que, sinceramente, acha que um vampiro pode se apaixonar por um humano.

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Cena do filme "Entrevista com Vampiro"

Com facilidade podemos notar as diferenças cruciais entre o vampiro que tínhamos e o que temos hoje. No mundo de hoje, o nosso Sherlock Holmes é Robert Langdon e nosso Conde Drácula é Edward.

As pessoas têm necessidade do rápido, do ligeiro, do fácil. É fácil acreditar que um vampiro pode se apaixonar por uma mulher e brilhar à luz do Sol. Acreditar nisso é quase assumir que um dia você pode se apaixonar por uma vaca, um boi, ou um alface, no caso dos vegetarianos.  Difícil é ver um vampiro tomar sangue de uma criança. E ai é que tá.

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Crepúsculo, o novo filminho de terro...

A cultura pop de hoje é rápida e fácil. Cheia de sintetizadores e efeitos eletrônicos. E isso é sentido na música (Lady Gaga que o diga), na pintura (que virou ilustração no Photoshop), no cinema, na literatura e em tudo o que podemos entender como o “new pop”. Dói hoje, imagina amanhã.

La-dy Ga-ga

Da arte de escrever sobre arte

Postado em O Cotidiano, Uncategorized com as tags , , , em 23 de junho de 2010 por vitrolavisual

Não é fácil. Já tentei de diversas maneiras escrever algo que mostrasse minha opinião sobre qualquer tipo de arte. Foi em vão. Todo o esforço necessário para tal tarefa sempre acabava sendo canalizado para outra atividade como a de criticar, comentar ou deturpar o movimento.

Acabou.

Quem sou eu para fazer esse tipo de análise? Hoje, acho que estou muito mais disposta a trocar informações, saber opiniões e ouvir indicações do que sair criticando qualquer tipo de filme ou CD por me achar preparada para tal feito.

A arte de escrever sobre a arte ainda precisar ser muito bem trabalhada em mim. Não tive a sorte de nascer com o dom.

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